A proposta foi transformar a narrativa em um grande julgamento. O livro foi desmembrado como um verdadeiro dossiê, reunindo provas sobre os atos da criatura criada pelo Doutor Frankenstein, as mortes, os comportamentos agressivos e os conflitos vividos ao longo da história. A partir disso, os jovens refletiram sobre responsabilidade, abandono e as consequências das escolhas.

A oficina foi dividida entre júri, acusação e defesa. Cada grupo ficou responsável por construir seus argumentos, apresentar suas análises e sustentar seu posicionamento com base nos fatos da obra.

Ao final, o veredito apontou que a criatura era culpada pelos seus atos. No entanto, o júri considerou que a pena deveria ser reduzida, com possibilidade de reintegração à sociedade, entendendo que ela foi criada e abandonada, sem orientação sobre o que era certo ou errado. Ainda assim, isso não a isentou de responsabilidade.
A atividade foi conduzida pela educadora Milena, fortalecendo a leitura crítica, a argumentação, o trabalho em equipe e a construção de pensamento consciente.
Projeto apoiado pelo Instituto PHI. ( @phi.org.br


